MISSÃO: ACESSO
Novo comandante noroestino, Tuca Guimarães chega à Vila Pacífico de olho em 2018
Por Gustavo Abraão
O torcedor do Noroeste pode achar estranha a chamada desse texto, mas sejamos sinceros: o grande foco da equipe bauruense, no curto prazo, é o acesso à A2 Paulista. Isso porque, hoje, o título da Copa Paulista parece um tanto improvável, seja por conta do fraco desempenho alvirrubro até o momento, seja pelo nível de alguns rivais. Além disso, boa parte do elenco montado por Vitor Hugo tem contrato se encerrando ao término da próxima A3.
Tuca chega com analista de desempenho e Marcelo Santos como auxiliar técnico (Foto: Bruno Freitas/Noroeste)
Pensando assim, o clube de Alfredo de Castilho anunciou, na tarde dessa terça-feira, 22, o técnico Tuca Guimarães. O novo comandante era o favorito da direção, como você pôde ver aqui na Locomotiva. Aos 44 anos, chega referendado pelo título da A3 deste ano, conquistado à frente do Nacional. À assessoria do clube, ele comentou:
“A expectativa de chegar em um grande clube, de tradição, é muito grande. E espero honrar tudo isso. Nesse primeiro momento, na Copa Paulista, é buscar a classificação. E, a partir da próxima fase, estabelecer nosso plano de voo. A confiança é muito grande. Estudamos bastante o elenco. Temos peças importantes, um elenco experiente e nós vamos alicerçar nosso time dentro da competição”.
Tuca também traz um analista de desempenho consigo. Trata-se de André Zacharias, profissional de confiança do treinador, que irá trabalhar com dados quantitativos e qualitativos dos jogadores noroestinos e de adversários. Quem também chega à Vila Pacífico é Marcelo Santos, que acumula mais de 150 jogos com a camisa do Noroeste. O ídolo da torcida será auxiliar-técnico permanente.
Marcelo Santos foi contratado como auxiliar técnico permanente do clube (Foto: Bruno Freitas/Noroeste)
Quem é Tuca Guimarães?
O novo comandante tem um currículo curioso como treinador. Iniciou no futsal e passou por categorias de base até começar a carreira profissional, em 2011, no Marília. Teve pouco destaque até 2015, quando, em sua primeira passagem pelo Nacional, ficou 18 rodadas sem perder na Copa Paulista. Às vésperas da A2 do ano passado, quando estaria à frente do Atlético Sorocaba, seguiu para o Figueirense, onde foi assistente técnico e chegou a comandou a equipe por oito jogos. Acabou desligado em novembro.
No início de 2017, seguiu para o Canindé, onde não teve sucesso com a Portuguesa, a qual acabaria permanecendo na A2 por conta de critérios de desempate. Permaneceu na capital paulista e teve grande destaque: pegou o Nacional em 9º na classificação, mas levou o time da Barra Funda ao título da A3.
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