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Futebol

2017/06/12 0 0

OS MELHORES JOGOS DA COPA DE 2014

Por Lucas Guanaes

Foto: Reprodução Abertura da Copa 2014

OOOEEEAAA! Quem não lembra dessa vinheta tocada durante quase metade do ano de 2014? Para quem não sabe, neste 12 de junho comemoramos os três anos do jogo de abertura da Copa do Mundo no Brasil. Durante 1 mês, o país praticamente parou para assistir aos 64 jogos distribuídos por todo o Brasil, de Porto Alegre a Manaus. As partidas mudaram a rotina das cidades sedes, resgataram a febre dos álbuns de figurinhas e até ajudaram a reunir o grupo que, alguns meses mais tarde, formaria a Locomotiva Esportiva, mas isso é assunto para outra história.
 
Após todo esse tempo, alguns jogos ficaram na memória deste que vos escreve, assim como na memória de praticamente todo brasileiro, independentemente de gostar ou não de futebol. E não, não estou falando apenas do 7 a 1, mas dos melhores jogos da Copa, dos quais listarei alguns. A grande maioria dos jogos são “zebras”, extremamente frequentes nos gramados brasileiros no ano de 2014, estragando a esperança de praticamente todo apostador que participou de algum bolão. A ordem dos jogos não indica sua ordem de “qualidade” ou importância.
18/06/2014 – Austrália 2 x 3 Holanda – Salve, Tim Cahil!

Foto: Getty Images

AUSTRÁLIA: Ryan; McGowan, Wilkinson, Spiranovic e Davidson; Jedinak, McKay e Bresciano (Bozanic); Leckie, Cahill (Halloran) e Oar (Taggart). Técnico: Ange Postecoglou.
  
HOLANDA: Cillessen; Vlaar, De Vrij e Martins Indi (Depay); Janmaat, De Jong, De Guzman (Wijnaldum), Sneijder e Blind; Robben e Van Persie (Lens). Técnico: Louis van Gaal.
 
Na opinião de muitos, essa foi a melhor partida da Copa. Ok, na minha também. O duelo era válido pela segunda rodada do grupo B e foi disputado no Beira-Rio. Opunha uma Holanda extremamente confiante após golear a Espanha por 5 x 1 a uma Austrália que precisava se recuperar urgentemente após perder por 3 x 1 para o Chile. Dentre os quase 43 mil pagantes no estádio, estava a família real holandesa, que com certeza não esperava tanta dificuldade para bater os Socceroos.
 
Assim como geralmente acontece nas competições futebolísticas disputadas em solo tupiniquim, a torcida apoiava o lado mais fraco, ou seja, o australiano. E os jogadores da terra do canguru realmente começaram a partida jogando melhor, pressionando a saída de bola da Holanda, que errava passes e lançamentos, principalmente com um apagado Sneijder. Mas logo aos 19′ do primeiro tempo a bola caiu nos pés de Robben, que partiu em uma arrancada começando próximo ao círculo central e terminando dentro do gol. Pronto, estava desenhada mais uma vitória fácil da Laranja Mecânica.

Foto: AFP/Getty Images

O que ninguém esperava era a garra do time liderado por Tim Cahill. Menos de 1 minuto após o gol de Robben, Cahill recebeu lançamento de McGowan e acertou, de primeira, um foguete que ainda estourou na trave antes de entrar. A torcida ficou ensandecida, pois acabara de ver a história acontecer, num dos mais belos gols da Copa. Após o empate, a Austrália continuou pressionando e a impressão era a de que seria possível uma vitória épica.
 
Mais ainda depois com a virada, aos 8 minutos do segundo tempo. Bozanic, que havia entrado no intervalo, tentou cruzar, mas a bola parou na mão de Janmaat. O árbitro assinalou o pênalti, convertido com maestria pelo capitão Jedinak. Ninguém acreditava no que estava vendo, mas a toda poderosa Holanda estava sucumbindo perante os australianos.
 
A festa, porém, não durou muito. Van Persie e Depay (entrou no lugar de Indi, que desmaiou após forte dividida) resolveram colocar seu talento à mostra e, 20 minutos depois, a Holanda já estava vencendo a partida. O placar foi mantido até o final do jogo, culminando com a classificação holandesa e eliminação australiana. Porém, nada mais importava. O brilho e a garra dos Socceroos serão eternamente lembrados, não só no gramado colorado, mas em todo o Brasil.
 

30/06/2014 – Alemanha 2 x 1 Argelia – Um dos melhores 0 a 0 da história!

Foto: Getty Images

ALEMANHA: Neuer, Mustafi (Khedira), Mertesacker, Boateng e Höwedes; Lahm, Schweinsteiger (Kramer) e Kroos; Özil, Müller e Götze (Schürrle). Técnico: Joachim Löw.
 
ARGÉLIA: M’Bolhi; Mostefa, Belkalem e Halliche (Bouguerra); Mandi, Lacen, Taider (Brahimi), Feghouli, Soudani (Djabou) e Ghoulam; Slimani. Técnico: Vahid Halilhodžic.
 
Já nas oitavas-de-final, o maior sufoco recebido pela Alemanha na Copa veio do adversário mais improvável. Após passar com facilidade por um dos “grupos da morte” do torneio, os alemães mediram força – e que força! – contra os argelinos, que haviam desbancado as “favoritas” Rússia e Coréia do Sul pela segunda vaga do grupo H, e buscavam uma revanche pela eliminação na Copa de 1982, disputada na Espanha. O que todos esperavam ser um massacre, na verdade foi uma das maiores surpresas da Copa, atrás apenas das belas atuações da Costa Rica.
 
Em duelo também realizado no Beira-Rio, a Argélia se mostrou muito mais organizada taticamente do que a “grande escola alemã” e pressionava os europeus incansavelmente, principalmente com Feghouli e Slimani. Este último ainda conseguiu anotar um gol de cabeça, corretamente anulado por Sandro Meira Ricci. 

Foto: AP

Os africanos continuaram dominando a partida, obrigando o técnico Joachim Löw a mudar sua equipe, colocando Schürrle no lugar de Götze. O jogo realmente ficou mais aberto e a Alemanha quase abriu o placar, mas parou no goleiro M’Bolhi. Slimani também teve mais chances, entretanto Neuer também fechou o cadeado para cima do adversário. O jogo foi tomando contornos dramáticos conforme se aproximava do final e, aos 42 minutos do segundo tempo, em cobrança de falta ensaiada, Müller escorregou sozinho, gerando risadas em todo o Brasil, num “lance” que traduzia o espírito alemão na partida: cambaleante e inseguro. O árbitro brasileiro deu o apito final e mais uma zebra acontecia na Copa do Mundo de 2014.
 
Na prorrogação, porém, a Argélia cansou, após correr muito durante todo o tempo regulamentar. A Alemanha, que não tinha nada a ver com isso, aproveitou-se da superioridade física e tratou de lembrar a todos quem é que mandava naquele jogo, frustrando os que esperavam a derrocada de mais um gigante. Em menos de 2 minutos, Schürrle recebeu cruzamento próximo à pequena área e, meio sem querer querendo, acertou uma letra, que acabou no fundo da rede.
 
Os carismáticos argelinos sentiram o golpe e passaram apenas a se defender, esperando uma bola milagrosa de contra-ataque, que não apareceu. Aos 14 minutos do segundo tempo extra, Özil, após várias tentativas, pegou rebote e fuzilou a defesa adversária. Mesmo parecendo tudo acabado, Djabou, com menos de 1 minuto de jogo restante, ainda conseguiu diminuir o placar, mas já era tarde.
 
Apesar de tristes com a derrota, a sensação de dever cumprido era clara nos rostos de todos os argelinos presentes em Porto Alegre. Já na Alemanha, o sentimento era de extremo alívio, e também de certa desconfiança sobre o futebol apresentado. Nas quartas-de-final, ainda sem convencer, a Alemanha venceu a França por 1 a 0 e, na semifinal, afastou qualquer crítica e provou o porquê era uma das favoritas ao título de uma maneira não muito agradável para o Brasil, nem para Dona Lúcia.
 
14/06/2014 – Uruguai 1 x 3 Costa Rica – Nascia a ceifadora do grupo da morte

Foto: Reuters

URUGUAI: Muslera; Maxi Pereira, Lugano, Godín e Cáceres; Gargano (Álvaro González), Arévalo Ríos, Cristian Rodríguez (Abel Hernández) e Stuani; Forlán (Lodeiro) e Cavani. Técnico: Óscar Tabárez.
 
COSTA RICA: Navas; Umaña, Duarte e Giancarlo González; Gamboa, Tejeda (Cubero), Borges, Bolaños (Barrantes) e Junior Díaz; Campbell e Bryan Ruíz (Ureña). Técnico: Jorge Luis Pinto.
 
Grupo da morte? 3 campeões mundiais reunidos? Já era? Não para a Costa Rica. Os jogadores da América Central não tomaram conhecimento dos adversários e atropelaram o grupo da morte, despachando 2 campeões mundiais logo na primeira fase. Mas agora retornaremos à primeira rodada da Copa, quando o Uruguai ainda era o Uruguai, campeão da Copa América, com Cavani e o melhor jogador da Copa de 2010, Forlán, sistema defensivo sólido e a Costa Rica ainda seria um dos maiores sacos de pancada da história.
 
Jogando no Castelão, mesmo sem Suárez, o Uruguai não encontrava muita dificuldade na defesa costarriquenha. Na metade do primeiro tempo, Cavani cobrou pênalti com perfeição para abrir o placar, levando ao delírio a torcida de maioria uruguaia presente em Fortaleza. Instantes antes, Godín também tinha marcado seu gol, mas estava em posição de impedimento.

Foto: Getty Images

No segundo tempo, porém, brilhou a estrela de Campbell. O forte atacante de 21 anos na verdade nem iria atuar naquela partida. O titular seria Saborio, que se machucou e deu lugar ao jovem atleta do Arsenal emprestado ao Olympiacos, da Grécia. Logo aos 9 minutos, após dominar um rebote dentro da área, estufou a rede da meta defendida por Muslera, que nem se mexeu.
 
Pouco tempo depois, Duarte acertou um bonito peixinho e virou a partida. Ainda feridos pelo Maracanazzo de 1950, os brasileiros começaram a gritar “Olé” em cada jogada que a Costa Rica ficava com a bola. E quem diria, aos 39 minutos do segundo tempo, após lindo passe de Campbell, Ureña sacramentou a vitória, para a loucura dos torcedores.
 
Na sequência do torneio, a Costa Rica ainda bateu a Itália, empatou com a Inglaterra e se classificou em primeiro lugar no grupo da morte. Uruguai ficou com a segunda vaga, deixando os europeus para trás. Na fase final, o Uruguai foi prontamente eliminado pela Colômbia de James Rodríguez, enquanto a Costa Rica passou pela Grécia, num jogo muito chato, e foi medir forças com a Holanda. Campbell infelizmente não conseguiu se firmar no futebol europeu.
 
05/07/2014 – Holanda 0 (4) x (3) 0 Costa Rica – Você é louco, Van Gaal?

Foto: AP

HOLANDA: Cillessen (Krul); Vlaar, De Vrij e Martins Indi (Huntelaar); Kuyt, Wijnaldum, Sneijder e Blind; Robben, Van Persie e Depay (Lens). Técnico: Louis Van Gaal.
 
COSTA RICA: Navas; Gamboa (Myrie), Acosta, González, Umaña e Díaz; Tejeda (Cubero), Borges, Bryan Ruiz e Bolaños; Campbell (Ureña). Técnico: Jorge Luis Pinto.
 
A partida não foi uma das melhores da Copa, mas, com certeza, foi uma das mais curiosas. A Holanda não apresentou seu melhor futebol e a Costa Rica lutava e pressionava muito, porém já dava sinais de cansaço pela dura sequência de adversários que enfrentou. A partida terminou em 0 a 0, com alguma emoção na prorrogação, e torcida brasileira obviamente pendendo para a Costa Rica que, até então, junto com a Colômbia, tinha chance de fazer história e chegar nas semifinais pela primeira vez.
 

Foto: Robert Cianflone/Getty Images South America

Os goleiros foram os grandes personagens da partida. Navas, da Costa Rica, trabalhou durante os 120 minutos, e mesmo quando não conseguiu segurar a bola, no último minuto do segundo tempo regulamentar, o volante Tejeda salvou em cima da linha. Do outro lado, Cillessen também foi incansável e, de longe, o melhor nome holandês no jogo. Com os pênaltis se aproximando, seria natural que ele tentasse a consagração nas disputas de penalidade máxima. Mas não para o técnico Van Gaal. Pouco antes da partida terminar, sacou o arqueiro do Ajax e colocou Tim Krul em campo, para indignação de todos que assisitiam ao jogo.

Logo de cara, Krul defendeu chute do bom meio campista Bryan Ruiz. Em seguida, todos acertaram suas cobranças, até que chegou o quinto chute da Costa Rica, que precisava fazer e, em seguida, torcer para Navas garantir a eles uma sobrevida na disputa. Porém, o técnico Van Gaal passou de louco a gênio em menos de um segundo. Umaña correu para a bola e não fez a melhor cobrança do mundo, mas também não bateu mal. No entanto, Krul pegou mais uma e garantiu a Holanda na semifinal contra a Argentina.
 
Ironicamente, hoje a Costa Rica está com boas chances de classificar para a Copa do Mundo da Rússia, enquanto a Holanda tem uma missão praticamente impossível para obter a classificação em sua chave na Europa.
 
01/07/2014 – Bélgica 2 x 1 EUA – A muralha Howard

Foto: Getty Images

BÉLGICA: Courtois; Alderweireld, Van Buyten, Kompany e Vertonghen; Witsel e Fellaini; Mertens (Mirallas), Hazard (Chedli) e De Bruyne; Origi (Lukaku). Técnico: Marc Wilmots.
 
ESTADOS UNIDOS: Howard; Fabian Johnson (Yedlin), Besler, Omar Gonzalez e Beasley; Cameron e Jermaine Jones; Zusi (Wondolowski), Bradley e Bedoya (Green); Dempsey. Técnico: Jurgen Klinsmann.
 
Mais um confronto das oitavas-de-final. Desta vez, porém, um que não recebeu tantos holofotes. A Bélgica entrou na Copa como cabeça-de-chave, numa decisão polêmica da FIFA, que também sagrou a Colômbia com a mesma alcunha. Dentro de campo, os belgas não traduziram o fato de serem cabeça-de-chave em bom futebol e se aproveitaram de um grupo fraco para avançarem sem maiores dificuldades. Já os EUA tiveram que duelar com Alemanha, Portugal e Gana para conseguir a classificação.
 
Nesta partida, porém, as duas equipes jogaram o que sabiam e o que não sabiam para tentar avançar. Mesmo com a derrota, o destaque ficou para o goleiro americano Tim Howard, na melhor atuação de um goleiro na Copa de 2014. A Bélgica chutou incríveis 38 vezes ao gol. Destas, 16 pararam nas mãos de Howard, e apenas 2 acabaram na rede.
 
Ok, apesar de toda essa descrição inicial, o primeiro tempo foi bem morno. O momento de maior empolgação ocorreu quando um torcedor invadiu o gramado, e só. A Bélgica era sutilmente melhor no ataque, mas nada que evitasse o sono de quem assistia ao jogo na Fonte Nova.
 
Na segunda etapa, a situação melhorou e a partida ficou mais aberta, muito em conta das iniciativas belgas, que já começavam a parar em Howard. Os EUA apenas tentavam em chutes de longe e alguns cruzamentos sem sucesso na área de Courtois. A partida foi ficando cada vez mais um “ataque contra defesa”, e o arqueiro americano era constantemente acionado. Os estadunidenses, porém, tiveram uma chance clara de calar o ímpeto europeu bem no final da etapa regulamentar, mas faltou capricho a Wondolowski que, na risca da pequena área, conseguiu errar a meta. E parece repetição, mas Howard seguia incansável no gol.

Foto: Reuters

Resultado? Mais uma prorrogação. No intervalo, porém, Lukaku entrou no lugar de Origi e deu muita velocidade e intensidade ao ataque belga. Aos 2 minutos do primeiro tempo extra, não deu para o goleiro americano. Após bela jogada pela direita, a bola ficou com De Bruyne, que não desperdiçou. Pouco tempo depois, foi a vez do próprio Lukaku ampliar. Após isso, o ataque dos EUA passou a pressionar, mas sem sucesso. O desconto veio apenas no segundo tempo, em bonito chute de Julian Green, que mesmo não pegando em cheio, conseguiu diminuir a partida.
 
O jogo, então, foi incendiado de vez e Howard voltou a trabalhar, mas o placar não foi alterado. Apesar dos esforços, o final foi diferente do que acontece em Hollywood e os EUA não saíram com a vitória. Por Howard, uma pena. Mas após a partida, o mundo inteiro, inclusive os jogadores belgas, reverenciaram a atuação do americano. Na sequência do torneio, a Bélgica foi eliminada pela Argentina.
 
Menções honrosas
 
Foram vários os bons jogos nesta Copa do Mundo, mas apenas alguns foram selecionados. Porém, existem outros que valem a pena serem citados:
 
– Holanda 5 x 1 Espanha – A grande e inesperada goleada holandesa, com golaço de Van Persie;
 
– Espanha 0 x 2 Chile – A consagração do belo trabalho de Sampaoli no comando chileno, que eliminou os então campeões mundiais;
 
– Colômbia 3 x 0 Japão – Iniciava ali a trajetória da melhor seleção colombiana da história, e o mundo “descobria” James Rodríguez;
 
– Uruguai 2 x 1 Inglaterra – A glória de Suárez na Copa do Mundo, para, na partida seguinte, morder Chiellini e ser suspenso;
 
– Itália 0 x 1 Costa Rica – Quando a zebra deixou de ser zebra e passou a ser respeitada e temida, na melhor e mais improvável campanha costarriquenha da história;
 
– Suiça 2 x 5 França – Além da goleada, Benzema chegou a marcar o 6° gol da França, mas o árbitro anulou o gol, pois havia terminado a partida instantes antes do chute;

Foto: Getty Images

 
– Alemanha 4 x 0 Portugal – O apagão português e o estranho acerto de Löw ao escalar a Alemanha com 4 zagueiros;
 
– EUA 0 x 1 Alemanha – Jogo de muita luta dos americanos, que, no final, sucumbiram a mais um gol de Müller;
 
– Holanda 2 x 1 México – Após uma primeira fase sem brilho, a seleção mexicana jogou a vida contra a Holanda, mas parou em Sneijder;
 
– Brasil 1 (3) x (2) 1 Chile – Todo o choro dos brasileiros após a conquista na disputa de pênaltis, mesmo com o susto na bola no travessão de Pinilla no último lance da partida;
 
– Brasil 1 x 7 Alemanha – Gol da Alemanha!
 
Decepções
 
Nem todos os jogos foram flores na Copa. Houve aqueles em que a decepção foi grande, e o sono também. Confira:
 
– Japão 0 x 0 Grécia;
 
– Irã 0 x 0 Nigéria;

Foto: AFP

 
– Rússia 1 x 1 Coréia do Sul;
 
– Praticamente todos os jogos da Bélgica, que não mostrou o futebol que se esperava da “geração de ouro belga”;
 
– Praticamente todos os jogos da Argentina. Mesmo chegando à final e contando com Messi, Di Maria e companhia, os hermanos não apresentaram um futebol convincente (apesar da defesa sólida) e não empolgaram nem contra adversários notoriamente mais fracos, como o Irã.
 

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Lucas Guanaes
Estudante de jornalismo e fotógrafo. Ala nas horas vagas, abomina o escanteio curto.

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